Operação Cerco foi deflagrada hoje (19.06), as 6h, na região do Centro Histórico. A operação conta com 250 policiais civis e militares que mapearam 26 pontos de venda de droga no local. Até agora três pessoas já foram presas. A ação deve continuar até o final da manhã. Uma coletiva deve ser marcada para as 14 horas de hoje em local ainda a ser definido. Dentre os presos está um homem que usava farda (camisa) da polícia e fazia segurança da boca de fumo. Atendendo às solicitações da comunidade, a Secretaria da Segurança Pública montou a operação para desarticular o tráfico de drogas na região.

Armas, munição e dinheiro apreendidos em operação no Centro Histórico de Salvador

O resultado da Operação Cerco vai ser apresentado às 15 horas de hoje(19) na sede da Secretaria de Segurança Pública(SSP), no CAB. A ação no Centro Histórico de Salvador foi iniciada às 6 horas da manhã desta quinta feira e contou com 250 policiais civis e militares, que mapearam 26 pontos de venda de droga no local. Até agora nove pessoas já foram presas em flagrante e outras 20 ficaram detidas para averiguações. Também foram apreendidas drogas, munição e certa quantia em dinheiro. Dentre os presos, alguns traficantes já conhecidos da polícia e um homem que fazia segurança de uma boca de fumo usando uma farda (camisa) da polícia. Atendendo às solicitações da comunidade, a SSP montou a operação para desarticular o tráfico de drogas na região a partir de informações do disque-denúncia (3235-0000). O trabalho foi comandando pelo chefe do Departamento de Tóxicos e Entorpecentes(DTE), Hélio Jorge, e pelo Coordenador de Operações Especiais da Polícia Militar, Coronel Josué Brandão. A Operação Cerco tem como objetivo combater o tráfico de drogas, a prostituição e outros delitos na região do Centro Histórico de Salvador.

Para muitas pessoas a leitura parece um castigo, em especial para os vestibulandos que são obrigados a ler obras literárias para a prova do processo seletivo das Instituições Superiores. Porém a leitura nem sempre precisa ser algo tão desagradável, pois o leitor pode optar por obras de autores e assuntos de seu interesse, não importa o estilo, o importante é ler e aprimorar os conhecimentos. Existem pessoas que gostam de ler histórias em quadrinho, outras gostam de ler obras mais complexas, como as de escritores clássicos, existe um livro para cada gosto e pessoa, basta que o leitor descubra qual é o seu e passe a ter o hábito de ler.

Há, a seguir, uma lista de autores que pode levar o leitor a descobrir um mundo novo cheio de aventuras e novidades.

Autores de obras infantis;

- Ruth Rocha;

• A fantástica máquina dos bichos
• Gabriela e a Titia
• Quem tem medo de ridículo?
• Quem tem medo de monstro?
• Direitos da Criança
• O reizinho mandão
• Marcelo, Marmelo, Martelo
• A menina que aprendeu a voar

- Monteiro Lobato;

• Memórias de Emília
• Peter Pan
• O Sítio do Pica-pau Amarelo
• A Pílula Falante
• O Poço do Visconde
• Viagem ao Céu

- Ana Maria Machado;

• Palavras, Palavrinhas, Palavrões
• Raul da Ferrugem Azul
• Severino Faz Chover

- Ziraldo;

• Uma Professora Muito Maluquinha
• Tia Nota Dez
• Vovó Delícia
• O Menino Maluquinho
• O Menino Marrom
• Outro Como Eu Só Daqui a Mil Anos

- Pedro Bandeira;
• Pântano de Sangue
• Pequeno Pode Tudo
• O Primeiro Amor de Laurinha
• Prova de Fogo
• Mariana
• O Medo e a Ternura
• Na Colméia do Inferno

- Lygia Bojunga

• O Meu Amigo Pintor
• O Sofá Estampado
• A Bolsa Amarela
• A Casa da Madrinha
• Tchau

Autores e obras para o público jovem;

- Machado de Assis;

• Casa Velha
• Contos
• Dom Casmurro
• Esaú e Jacó
• Helena
• Iaiá Garcia
• A Mão e a Luva
• Memórias Póstumas de Brás Cubas
• Memorial de Aires
• Quincas Borba

- Aluízio Azevedo;

• O Cortiço
• A Mortalha de Alzira
• O Mulato

- José de Alencar;

• Encarnação
• O Guarani
• Iracema
• Lucíola
• A Pata da Gazela
• Ubirajara

- Bernardo Guimarães;

• Inspirações da Tarde
• A Orgia dos Duendes
• A Origem do Mênstruo
• Canto da Solidão
• O Elixir do Pajé
• O Seminarista

- Álvares de Azevedo;

• Noite na Taverna
• Macário

As tecnologias do mundo moderno fizeram com que as pessoas deixassem a leitura de livros de lado, isso resultou em jovens cada vez mais desinteressados pelos livros, possuindo vocabulários cada vez mais pobres.

A leitura é algo crucial para a aprendizagem do ser humano, pois é através dela que podemos enriquecer nosso vocabulário, obter conhecimento, dinamizar o raciocínio e a interpretação. Muitas pessoas dizem não ter paciência para ler um livro, no entanto isso acontece por falta de hábito, pois se a leitura fosse um hábito rotineiro as pessoas saberiam apreciar uma boa obra literária, por exemplo.

Muitas coisas que aprendemos na escola são esquecidas com o tempo, pois não as praticamos, através da leitura rotineira tais conhecimentos se fixariam de forma a não serem esquecidos posteriormente. Dúvidas que temos ao escrever poderiam ser sanadas pelo hábito de ler, talvez nem as teríamos, pois a leitura torna nosso conhecimento mais amplo e diversificado.

Durante a leitura descobrimos um mundo novo, cheio de coisas desconhecidas.
O hábito de ler deve ser estimulado na infância, para que o indivíduo aprenda desde pequeno que ler é algo importante e prazeroso, assim com certeza ele será um adulto culto, dinâmico e perspicaz. Saber ler e compreender o que os outros dizem nos difere dos animais irracionais, pois comer, beber e dormir até eles sabem, é a leitura que proporciona a capacidade de interpretação.
Toda escola, particular ou pública, deve fornecer uma educação de qualidade incentivando a leitura, pois dessa forma a população se torna mais informada e crítica.

Professor, você tem um convívio saudável com seus alunos?

A relação do professor com seus alunos é de fundamental importância para a Educação, pois a partir da forma de agir do mestre é que o aprendiz se sentirá mais receptivo à matéria.

A reciprocidade, simpatia e respeito entre professor e aluno proporcionam um trabalho construtivo, em que o educando é tratado como pessoa e não como número, ou seja, mais um.

Os objetivos da Educação seriam mais facilmente alcançados se muitos dos problemas disciplinares fossem resolvidos com maior cautela, sem dramatização, onde um simples comentário bem feito solucionasse o problema.

Atividades variadas previnem a indisciplina dentro da sala de aula.

A elaboração de provas justas e bem dosadas estimula o aluno a estudar mais, e diminui ou até mesmo elimina a “famosa cola”, afastando um dos maiores atritos que existem entre ambas as partes.

Outra forma de melhorar essa relação é aplicando trabalhos interessantes que desafiem a capacidade do estudante, e que não gerem angústia e nem desânimo pelo grau de dificuldade.

Procure aplicar aulas diferentes, usando dos recursos disponíveis e sendo criativo para improvisar materiais que levem a um melhor entendimento da disciplina por parte do aluno.

Não é possível educar sem dialogar.

Buscando um melhor relacionamento, o professor será tratado com respeito e como educador, dando oportunidade ao diálogo.

Às vezes o professor usa de expressões ameaçadoras para com os alunos, como: Calem a boca! É para ser feito assim, pronto e acabou! Dessa forma, deixa transparecer que quem está à frente (o educador) não tem controle sobre a situação, atitudes e sentimentos.

Existem quatro elementos fundamentais para o ato de ensinar: o processo, a matéria, o aluno e o professor, sendo esse último o fator decisivo na aprendizagem, levando em conta a influência que exerce sobre a classe para ministrar as aulas.
O professor tem que estar sempre aberto às novas experiências, aos sentimentos e aos problemas de seus alunos. É claro que a responsabilidade da aprendizagem está ligada ao aluno, mas essa deve ser facilitada pelo professor levando o aluno à auto-realização.

Indústria cultural é o nome dado a empresas e instituições que trabalham com a produção de projetos, canais, jornais, rádios, revistas e outras formas de descontração, baseadas na cultura, visando o lucro. Sua origem se deu através da sociedade capitalista que transformou a cultura num produto comercializado.

A principal forma cultural construída por estas indústrias é a televisão que ensina e forma indivíduos cada vez mais cedo. Nela podem-se observar diferentes temas e culturas expostas a qualquer horário e idade. Os conteúdos nela existentes possuem mensagens subliminares que conseguem escapar da consciência, o que tende a provocar alienação. Diante disso pode-se perceber este meio cultural como um produto bom que é capaz de mostrar conteúdos reveladores e contribuir para o desenvolvimento humano e um produto ruim capaz de alienar uma pessoa levando-a a pensar e agir como lhe é proposto sem qualquer tipo de argumentação.

No Brasil, a indústria cultural não é homogênea, pois foca temas, assuntos e culturas estrangeiras no lugar de ensinar e incentivar o interesse sobre a história e as tradições do próprio país. Infelizmente, a triste realidade brasileira é que são focados apenas objetos de compra e venda e não a propriamente cultura no qual esta se propunha. A produção realizada pela indústria cultural é centralizada no interesse lucrativo, o que impõe um determinado padrão a ser mostrado que transforma o espectador numa pessoa de crítica rebaixada e de mente narcotizada.

Uma boa educação financeira fará com que uma pessoa saiba gastar seu dinheiro sem problemas. Para isso é necessário que se ensine a poupar e a não precisarem de ajuda de terceiros para liquidarem dívidas.

A falta de uma educação financeira pode trazer problemas tanto financeiros quanto emocionais, pois a falta do mesmo traz sentimentos de inferioridade e de insegurança diante de outras pessoas que estão financeiramente bem.

A pessoa se sente deixada de lado por não ter dinheiro e às vezes sente que somente o mesmo o faz importante. Que sem ele as pessoas não sentem sua falta e nem o desejo de tê-la por perto.

Ser educado financeiramente é planejar a vida e realizar o que se deseja com consciência e prazer. Saber gastar dinheiro sem que seus gastos possam comprometer títulos e poupança. É não se preocupar com o dinheiro. Identificar e aproveitar oportunidades que apareçam. Fazer investimentos com baixos riscos ( já que não há investimentos 100% seguros).

Para abrir uma empresa, por exemplo, é necessário que se saiba um pouco de matemática financeira pelo fato de poder administrar seu negócio e ter controle de despesas e de entradas.

O conhecimento, quando bem ordenado, torna-se uma força que vai impulsionar a dinâmica do capital.

Não há transformação patrimonial sem influência ambiental endógena ou exógena.

A estrutura patrimonial e estática. Ela não se movimenta por si mesma.

Um corpo que está parado é necessário uma força para coloca-lo em movimento e uma vez em movimento ele poderá aumentar a velocidade, diminuir a velocidade, como permanecer em movimento constante (movimento inercial).

Assim, também, o meio patrimonial se movimenta na dinâmica do capital.
Há tempo que ele aumenta o movimento como a tempo que ele diminui o movimento como, também, fica ocioso e esse movimento do meio patrimonial dependerá da influência ambiental endógena e exógena.

Uma direção e pessoal que ampliam seu conhecimento influenciarão de uma forma positiva a dinâmica do meio patrimonial, enquanto que, uma direção e pessoal que não reciclam seu conhecimento tenderão a diminuir esta força intelectual dinaminizadora do meio patrimonial.

Sabemos que aumentando o giro do meio patrimonial com diminuição da margem de lucro da mercadoria, por giro, teremos um lucro maior no total.

Um meio patrimonial que tem lucro de $ 5,00 se o mesmo girar três vezes teremos $ 15,00. Se colocarmos o lucro de $ 4,00 e fizermos girar 5 vezes teremos $ 20,00.
Com menor lucro, por unidade, mas girando mais terá maior lucratividade.

Neste exemplo singelo está um dos segredos da lucratividade e da concorrência.

O conhecimento trará inovação na dinâmica da riqueza e esta inovação fará com que se crie um ambiente dinâmico na célula social.

O importante é que se tenha sempre o aperfeiçoamento do conhecimento.

A chave do sucesso, neste século XXI, segundo os estudiosos, será daquele que tem a capacidade de renovação do conhecimento, da adaptabilidade, da criatividade e da inovação.

Esta influência endógena exercida sobre o patrimônio será a determinante do sucesso ou insucesso na temporalidade da célula social.

O que precisa ser feito é romper esta estagnação, da falta de renovação do conhecimento, em que está mergulhada a célula social em nossa comunidade.

No contato que mantenho com o empresário observo, com alegria, que alguns começam se conscientizar da necessidade de mudança da mentalidade na célula social. Isto graças ao esforço do Neopatrimonialismo, do SEBRAE, ACI (Associação Comercial e Industrial) e outras Instituições.

Mas, ainda, há muito para se fazer em renovação do conhecimento da dinâmica patrimonial.

Num ambiente empresarial onde a direção e o pessoal estão abertos ao conhecimento a tendência é ter economicidade e prosperidade na temporalidade.

Marschall, em 1931, já considerava que o mais valioso era o que se investia nos seres humanos.

Becker, 1964, e T. W. Schultz, em 1974, consideravam que o verdadeiro valor está na formação do indivíduo.

Viñegla e Peña (1998), também, ensinam que os recursos humanos se convertem em elemento chaves para o êxito das empresas e na atualidade há o convencimento que as empresas mais eficientes são aquelas que sabem combinar os elementos humanos e organizacionais.

Maldonado diz que o conhecimento constitui uma das fontes mais importantes de gerar riquezas.

E o Prof. Lopes Sá ensina (2001), sabemos todos, que um mesmo valor de capital, em um mesmo ramo de negócios, em uma mesma localidade e em um mesmo tempo pode produzir diferentes resultados se acionado por “Inteligências e Culturas” diferentes.
Não permitir o reconhecimento desta ação distinta é alhear-se à realidade das coisas.

INTELECTUALIDADE UMA RIQUEZA IMATERIAL

A célula social está composta por pessoas, riqueza material e imaterial.

A contabilidade tradicional registra o patrimônio tangível, mas, não menciona o intangível.

Sabemos que uma empresa pode valer mais que o registrado no Balanço Patrimonial, e isto é motivado por seus valores imateriais.

O valor de uma empresa tornou-se uma questão muito abstrata.

Dar lucro não é condição essencial para que um serviço, on line, valha milhões ou bilhões de reais. Os serviços on line mais valorizados, a luz das regras da economia tradicional, são nada. São feitas de computadores comuns ligados a uma rede e recebem visitas diárias de pessoa que, também, possuem computadores, não há um patrimônio físico, e esses serviços vivem da esperança de que no dia seguinte voltarão a ser visitados por milhares ou milhões de pessoas, e, neste momento tais abstrações valem dinheiro.

A força do conhecimento com suas inovações é que influenciará, também, no valor real do patrimônio.

Jerry Yang, criador do site yahoo, afirmou que quase todas as companhias que queiram ter futuro, hoje em dia, precisam estar na Internet de alguma maneira.

A intelectualidade é uma riqueza que não se registra na contabilidade tradicional, mas, ela existe no patrimônio.

INFLUÊNCIA DO CONHECIMENTO NO CAPITAL

Assim, como o patrimônio é influenciando pelo mercado, novas tecnologias, cotação do dólar, crise da energia elétrica, pelo governo, intempéries, alta do combustível etc. também, há influência interna por parte da direção e do pessoal. Sabemos que uma direção e pessoal competente terão uma influência positiva e uma direção e pessoal incompetente uma influência negativa no movimento do capital.

Para que haja influência positiva é necessário que a direção e pessoal estejam aberto a novos conhecimentos e, assim, estar em constante aperfeiçoamento.

Quanto maior o conhecimento da direção e do pessoal, menor a probalidade de erro de execução do fenômeno administrativo que vai tanger a dinâmica patrimonial.

Um fator fundamental é que a direção e pessoal tenham capacidade de adaptação à nova forma de administrar a dinâmica patrimonial. A nova forma administrativa faz parte da ciência administração, mas, interessa a contabilidade, pois, vai influenciar a dinâmica da riqueza.

Há, na atualidade, uma aproximação entre a contabilidade e a administração, mas, existe um limite entre o fenômeno contábil e o fenômeno administrativo. Para nos contadores o que interessa observar e analisar é o fenômeno patrimonial.

O comportamento do capital vai depender da influência ambiental endógena e do entorno e cada vez mais os estudiosos se aprofundam no estudo dessas influências por tanger o patrimônio da célula social.

Os estudiosos estão preocupados na mensuração da riqueza do conhecimento, pois, ela é que vai inovar ou não, a dinâmica do capital. Esta inovação é que gera a dinamização do patrimônio e pode neutralizar a ação do concorrente. Pois, hoje, a concorrência tende a se acirrar cada vez mais entre as empresas. Aquela que consegue se adaptar e se renovar constantemente terá possibilidade de sobreviver na temporalidade como as espécies na biologia e prosperar num mercado de inovações e com concorrência.

O que não fizer isto à tendência é a estagnação e desaparecer do mercado.

A renovação do conhecimento tornou-se um fator de economicidade e prosperidade. Em meu opúsculo Repensar a pequena empresa chamei atenção da necessidade da empresa se profissionalizar (departamentalizar) e na necessidade do conhecimento. (Ver Repensar a pequena empresa, Vilani, Três de Maio, 1997).

CAPITAL CLIENTE

Menciona-se, hoje, pelos estudiosos, o cliente como parte do capital intelectual.

Ele é uma riqueza imaterial e se classifica em:

- Cliente permanente.
- Cliente eventual.

O cliente permanente é aquele que faz a compra na mesma empresa. Cultivar o cliente permanente deve ser um dos objetivos da administração da célula social.

O cliente eventual é aquele que as vezes compra meio patrimonial da empresa.

Há interesse dos estudiosos em quantificar a riqueza cliente, assim, também, aos outros imateriais da célula social.

O imaterial cliente é importante ao patrimônio que sem o mesmo não haveria a compra e a venda da mercadoria e, assim, a dinâmica patrimonial.

Quem movimenta a economia é a necessidade gerada na mente da pessoa.

Há um despertar de uma melhor atenção ao cliente. Com uma maior concorrência ganha aquele que trouxer o mesmo para sua empresa e aquele que melhor souber conquistar o cliente, este terá mais chance de sobrevivência no mercado.

Para saber atrair o cliente é necessário o treinamento da direção e do pessoal em psicologia de venda, de marketing, a qualidade do meio patrimonial, preço etc.

Verifica-se, ainda, uma má qualidade de atendimento ao cliente em algumas organizações. Não só nas empresas se verifica este mau atendimento como, também, em alguns setores do serviço público e atendimento de prestação de serviço por parte de alguns profissionais liberais.

A Internet está mudando a regra de comportamento da célula social. O consumidor está no comando. Ele pode escolher, pesquisar preços, selecionar as melhores ofertas. Com a Internet ele tem poder nas mãos na hora de comprar qualquer mercadoria.

Hoje a empresa precisa mais do cliente do que o cliente da empresa. A célula social sempre precisou do cliente, mas, com a economia globalizada e a internet tornou-se a célula social mais dependente do cliente. Na visão empresarial moderna o cliente é tido como patrão.

Na valorização de uma célula social também se avalia este bem imaterial.

Duas empresas A e B com o mesmo ramo de negócios pode ter valores diferentes dependendo de sua clientela.

Cliente é uma peça chave de sobrevivência e da prosperidade patrimonial. Ele sempre foi e será um dos fatores da dinamização patrimonial. Se não houvesse o cliente a quem a empresa iria vender?

A empresa existe em função da necessidade do cliente.

A empresa existe porque existe o cliente.

O indivíduo consome se ele tem poder de consumo. O indivíduo consome dentro de um certo limite de poder de compra. Isto significa se o indivíduo ganha $ 180,00 ele pode consumir até $ 180,00. Se o indivíduo ganha $ 1000,00 ele pode consumir até $ 1000,00. A conclusão que tiramos é que quanto maior seu recurso maior seu poder de aplicações. Aumentando o consumo aumenta a dinâmica patrimonial com todas as suas conseqüências.

Para que haja crescimento da economia é necessário que o cliente tenha condições financeiras para consumir. Se ele compra mais o meio patrimonial vai girar mais.

Só há condições de comprar mais se ganhando mais. Isto é óbvio.

Para se aumentar à dinâmica patrimonial é fundamental que a comunidade tenha aumentado sua capacidade de compra.

Uma comunidade onde o indivíduo ganha $ 180,00 é diferente daquela onde o indivíduo ganha $ 1.000,00.

A necessidade e o poder de compra do consumidor vão influenciar no crescimento patrimonial da célula social e, assim, no entorno.

Em conclusão, o Neopatrimonialismo preocupa-se com tudo isto por sua visão holística e cada dia que passa vai se firmando como a Contabilidade do 3o. milênio.

costume e provém do latim modus. A variação da característica das vestimentas surgiu para diferenciar o que antes era igual, usava-se um estilo de roupa desde a infância até a morte.

A partir da Idade Média, as roupas eram diferentes seguindo um padrão que aumentava segundo a classe social, houve até leis que restringiam tecidos e cores somente aos nobres.

A burguesia que não era nobre, mas era rica, passou a imitar o estilo nobre das roupas iniciando um processo de grande trabalho aos costureiros que a partir de então, eram obrigados a produzirem diferentes estilos para diferenciar os nobres dos burgueses.
Com a revolução industrial no século XVIII, o custo dos tecidos diminuiu bastante, em 1850 com a invenção das máquinas de costura o custo dos tecidos caiu ainda mais.

A partir de então, até os mais humildes puderam comprar roupas melhores.
Mesmo após a facilidade das confecções, as mulheres ainda eram privadas da modernidade continuando a usar roupas sob medida. A partir desta dificuldade, surgiu a alta costura que produzia diferentes estilos por meio de estilistas que inventavam tendências.

O termo “psi”, bastante utilizado pelas pessoas, muitas vezes pode ser permeado de confusão quanto aos significados, principalmente quando se refere aos profissionais indicados por este termo: psiquiatra, psicólogo ou psicanalista.

O psiquiatra é um profissional da medicina que após ter concluído sua formação, opta pela especialização em psiquiatria, esta é composta de 2 ou 3 anos e abrange estudos em neurologia, psicofarmacologia e treinamento específico para diferentes modalidades de atendimento, tendo por objetivo tratar as doenças mentais. Ele é apto a prescrever medicamentos, habilidade não designada ao psicólogo. Em alguns casos, a psicoterapia e o tratamento psiquiátrico devem ser aliados.

O psicólogo tem formação superior em psicologia, ciência que estuda os processos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) e o comportamento humano. O curso tem duração de 4 anos para o bacharelado e licenciatura e 5 anos para obtenção do título de psicólogo. No decorrer do curso a teoria é complementada por estágios supervisionados que habilita o psicólogo a realizar psicodiagnóstico, psicoterapia, orientação, entre outras. Pode atuar no campo da psicologia clínica, escolar, social, do trabalho, entre outras.

O profissional pode optar por um curso de formação em uma abordagem teórica, como a gestalt-terapia, a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental.

O psicanalista é o profissional que possui uma formação em psicanálise, método terapêutico criado pelo médico austríaco Sigmund Freud, que consiste na interpretação dos conteúdos inconscientes de palavras, ações e produções imaginárias de uma pessoa, baseado nas associações livres e na transferência. Segundo a instituição formadora, o psicanalista pode ter formação em diferentes áreas de ensino superior

Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.

Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.

Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.

Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905-1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.

Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.

A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.

Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.

O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este, que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.

Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.